Custo da construção acelera para 0,44% em março, diz FGV

 

Custo da construção acelera para 0,44% em março, diz FGV


Por: Equipe InfoMoney
28/03/11 - 08h37
InfoMoney

SÃO PAULO - O brasileiro gastou 0,44% a mais para construir no mês de março, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta segunda-feira (28).

A variação é 0,05 ponto percentual maior do que a registrada em fevereiro, quando ficou em 0,39%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,45% e no acumulado do ano a taxa é de 1,21%.

Grupos
O grupo Materiais e Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,60% este mês, resultado inferior ao apurado em fevereiro, de 0,65%.

Dois dos quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimos em suas taxas de variação: materiais para estrutura (0,30% para 0,63%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,16% para 0,29%).

No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,27% este mês, maior frente à taxa de 0,12% verificada no segundo mês do ano. Já Serviços, ficou em 0,46% contra 1,04% registrado no mês anterior.

Influências
No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de março foram as seguintes: vergalhões e arame de aço ao carbono (de 0,87% para 2,45%), ajudante especializado (de 0% para 0,43%), servente (de 0% para 0,32%), tijolo/telha cerâmica (de 0,70% para 0,92%), e tubos e conexões de PVC (de -0,16% para 1,53%).

Por outro lado, as maiores influências negativas foram dos tubos e conexões de ferro e aço (de 0,34% para -0,27%), compensados (de 0,49% para -0,26%), madeira para telhados (de 0,24% para -0,03%), areia lavada (de 1,26% para -0,03%), e gesseiro (repetiu a variação de 0%).

Capitais
Considerando as sete capitais estudadas pela FGV, neste mês, quatro apresentaram aceleração, conforme mostra tabela a seguir:

Cidade Fevereiro de 2011 (%) Março de 2011 (%)
Salvador 0,41 0,62
Brasília 0,04 0,15
Belo Horizonte
 
0,31 0,54
Recife 0,92 0,33
Rio de Janeiro 0,42 0,35
Porto Alegre
 
0,24 1,02
São Paulo 0,46 0,34

 

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